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A Voz da Sabedoria: Arkham City

09/11/2011
Batman Arkham City screenshot game
BOINC!

É um pouco difícil falar sobre Arkham City como eu gostaria sem entrar em spoilers. Não que eu tenha qualquer respeito por vocês, caros leitores, mas é que o Eduardo ainda não começou a jogar essa obra-prima. Mentira, tenho vocês todos em meu coração. Mas esse eu perdi quando pulei errado e caí num buraco, e nos outros dois vocês não estão.

Atitude n00b do Eduardo à parte, vamos ao jogo: como muitos já disseram por aí, é um caso perfeito do tão raro tratamento sequencial adequado. O que Arkham Asylum tinha de bom foi mantido ou, na maior parte dos casos, melhorado. E todas as novidades foram muito bem inseridas.

Não entrarei no mérito da história principal, digo apenas que é freakin-ultra-awesome-master. Tão boa que se fosse uma graphic novel concorreria a um lugar entre as melhores que já li. Se fosse um filme, poderia perfeitamente, em termos de efeito proporcionado, ser o que esperamos de Dark Knight Rises quando nossas expectativas estão mais altas. Tão boa que, se fosse possível adaptá-la para um jogo do Aquaman, significaria redenção e fama absoluta para o tosco herói.

Vale a pena dizer que agora são 400 enigmas do Charada para resolver, um aumento considerável que até esbarra, mas não consegue cair na mesmice. Há boas soluções para incentivar a solução dos mesmos, e uma ótima para descobrirmos suas localizações. A quantidade de sidequests é bem grande, assim como o mundo de Arkham City. Em termos de sandbox e afins, parece um jogo da Rockstar que deu certo. Principalmente, porque tem um enredo bem costurado e que se mantém em alta durante todo o tempo. Sempre há novidades, reviravoltas e um constante clima de tensão. Deu pra sacar a diferença, né?

Os gráficos continuam excelentes, ao menos no XBOX360. Diversos novos movimentos de luta foram incorporados, de tal maneira que, após zerar o jogo e continuar completando as sidequests, ainda fui capaz de aplicar um takedown inédito até então.

Não joguei ainda o DLC da Mulher-Gato, tampouco o do Robin e do Asa Noturna. Imagino que só tenham a acrescentar, mas sem a força da história principal de Arkham City, podem não ser tão atrativos. Enfim, descobrirei um dia, provavelmente.

Enquanto isso, sigo jogando e, quando e se completar o jogo inteiro, provavelmente jogarei de novo. E de novo. E de novo… Até que Mass Effect 3 venha. Mas devo dizer, Batman really raised the stakes for this one, Commander Sheppard. Better watch your pants.

O 88 Milhas por Hora dá os inevitáveis 10 batarangs para Arkham City. E na melhor moda Spinal Tap, acrescenta 1 Harley Quinn. Up to eleven!

Peço que mantenham os comentários spoiler-free. O jogo merece.

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