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De volta a Mystara

26/03/2013

Embora já tenha dito mil vezes que não sou saudosista no que se refere a vídeo-games, o mesmo não pode ser dito sobre fliperamas. Posso dizer que enquanto outras crianças estavam nas ruas jogando bola e se relacionando, eu estava gastando boa parte da minha mesada em qualquer fliperama pelo qual passasse.

Infelizmente, eu só tive uma oportunidade de jogar Dungeons & Dragons: Tower of Doom e Dungeons & Dragons: Shadow Over Mystara, em um fliperama em Botafogo, se não me engano, lá por volta de 1998. Já jogava D&D há algum tempo, e confesso que fiquei absolutamente hipnotizado pelos jogos. Nunca mais voltei ao lugar, para minha tristeza.

Cientes dos meus traumas de infância, a galera da Capcom resolveu lançar os dois jogos na PSN e na XBOX Live. E minha fé em Deus foi restaurada. Ou quase.

Eu vou comprar. E você?

Via Spell.

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8 Comentários leave one →
  1. 26/03/2013 11:34

    Conheci o Tower “comedor de fichas” of Doom ainda garoto numa viagem pro nordeste, quando eu e meu descobrimos um boteco que tinha a máquina, Desnecessário dizer que nossa estada em Maceió se resumiu a muitas idas a esse boteco!

    Nossa grande frustração foi conseguir chegar várias vezes no Lich mas nunca conseguir derrotar. Mas em breve a Steam proporcionará minha vingança!

    • Eduardo Derbli permalink*
      27/03/2013 16:04

      Na cidade com algumas das praias mais bonitas do mundo, você ficou jogando fliperama? Eu também teria ficado.

      • Felipe Esteves permalink*
        27/03/2013 17:32

        Tenho duas grandes lembranças de uma viagem ao Nordeste que fiz quando moleque: um quase afogamento na piscina do hotel e um boneco do Wolverine comprado em uma Lojas Americanas em Aracaju 😀

      • 27/03/2013 17:49

        Curiosamente eu tenho uma história bem parecida com a do Felipe, mas envolvia a nave do Super Homem do Super Powers e não lembro bem qual foi a cidade (é possível que tenha sido em Aracaju).

        Ao invés da meu pai ter o mesmo discernimento da família do Felipe, eu fui obrigado a gastar meu dinheiro de natal dado pela minha avó para comprar um colete inflável ao invés da nave para não me afogar na piscina do hotel.

        Carrego as cicatrizes desta memória até hoje.

      • Eduardo Derbli permalink*
        27/03/2013 18:01

        Sério, cês precisam de tratamento psiquiátrico! 😉

      • 27/03/2013 18:05

        De acordo! Uma traição paterna dessas não acontece sem deixar marcas…

  2. 02/04/2013 21:58

    Falando em Freud, games e traição paterna, devo entrar na disputa e dizer que meu pai, o velho Tywin… Ah, esquece isto! Sou adulto, tenho quase cinquenta anos, me sustento, posso me endividar: como faço para jogar essa maravilha?!?…

    😀

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