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A Voz da Sabedoria: Star Trek – Além da Escuridão

13/06/2013

Star Trek Into Darkness Além da Escuridão Poster

Star Trek – Além da Escuridão está em pré-estreia há tanto tempo por aqui que nem sei se alguém ainda vai vê-lo amanhã, quando finalmente estreia nas telas brasileiras. Sinceramente, eu já nem me lembro direito mais do filme, devem ter feito isso para aumentar a taxa de retorno ao cinema. Spock é o tio do Ben Kenobi, né?

Quando J.J.Abrams lançou seu Star Trek lá em 2009, foi uma das mais gratas surpresas do “cinema nerd” dos últimos tempos. Não só uma das maiores franquias estava de volta à telona, como recebeu um sopro de renovação invejável e uma solução narrativa muito engenhosa para lidar com todo seu legado. Ali, a promessa de Lost se concretizava e os nerds se juntaram e gritaram: “In Abrams we trust!

Em 2011, com Super 8, Abrams deixou bem claro que respeitava seus mestres. E conseguiu um resultado que me deixou bastante satisfeito, como já falei por aqui. Mas estou retomando isso porque, mais uma vez, o que fica mais evidente para mim ao fim do filme é o tom de homenagem que ele presta ao que lhe precede.

Em Além da Escuridão, o diretor se aproveita de um dos grandes vilões de Star Trek e constrói uma história interessante que pode não acertar sempre, calcada em um bocado de ação mais “moderna”, com explosões, efeitos e outros, mas definitivamente dá o seu recado.

Não quero dar spoilers, por mais que eu ache que não tenha nenhum sobrando a essa altura do campeonato, então precisamos ser genéricos. Os atores estão bem, Zachary Quinto continua sendo um ótimo Spock e Chris Pine um bom James T. Kirk, tal qual Nimoy e Shatner, parecem o mais apropriados para o papel que alguém pode ser. Simon Pegg, um grande ator e comediante, representante do bom e velho nerd, está excepcional, o que só reforça minha expectativa por The World’s End. Benedict Cumberbatch é um ótimo vilão e Alice Eve, bem, sempre vale a pena ter Alice Eve no seu filme, seja lá qual for a história ou o papel dela.

Não tinha certeza se um filme com mais ação iria funcionar, talvez não fosse a pegada mais apropriada. Eu gostei, no fim das contas. Tradicionalistas irão torcer o nariz, talvez alguém tire uma lingerie klingon pela cabeça por conta de uma ou outra cena mas, no geral, funcionou. Abrams entregou um filme que diverte, prende a atenção e emociona. Mais uma vez ele acertou, embora precise tomar cuidado para não sair muito do rumo.

E que venha o Episódio VII!

Assim, o 88 Milhas por Hora8,1 torpedos suspeitos para Star Trek – Além da Escuridão.

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